O principal objetivo deste Blog é fornecer notícias, informações e subsídios relacionados com os acontecimentos políticos e a construção da democracia e da cidadania brasileira neste tempo histórico.
segunda-feira, 27 de abril de 2009
segunda-feira, 13 de abril de 2009
quinta-feira, 18 de setembro de 2008
sexta-feira, 18 de abril de 2008
terça-feira, 25 de março de 2008
Maus Tratos Contra Crianças e Adolescentes
Documentos:
Programa APOMT na íntegra
Caderno do APOMT (pdf. 3383 Kb)
APOMT e O Papel das Instituições de Educação
Violência e Maus-Tratos - o que temos a ver com isto?
Plano de Curso para Educadores
Características Comuns em Crianças e Adolescentes Maltratados
Como o Educador Deve Abordar as Crianças e Adolescentes Abordagem da Escola à Família Educação Inclusiva e Atividade de Aprendizagem
Dicas para Implementar o Projeto Político Pedagógico e Ter Uma Escola Inclusiva e Preventiva
Histórico de Família
segunda-feira, 24 de março de 2008
Participe e previna o alcoolismo em nosso país...
Cordialmente,
Jorge Schemes - GERED/NEPRE
Ilmo Sr. Congressista:
Está em tramitação em regime de Urgência Constitucional o PL 2.733/2008 que trata da ampliação do conceito de bebida alcoólica para efeito de propaganda. Tal projeto visa colocar as bebidas fermentadas na mesma classificação das destiladas, algo que vejo como necessário.É fato que a alta exposição à propaganda é responsável pelo consumo cada vez mais precoce e abusivo do álcool no Brasil. Bebidas alcoólicas, em especial cervejas são patrocinadoras de eventos esportivos, eventos musicais e shows que atraem jovens – dando a entender que juventude combina com consumo de álcool transformando o ato de beber em algo banal e corriqueiro, algo que tem de ser diferente, pois quanto mais tarde o jovem começa a beber, menor a probabilidade de descambar para o alcoolismo.Pela primeira vez no País, a propaganda de bebidas alcoólicas tem a oportunidade de ser tratada pela Câmara Federal devidamente como um grave problema de saúde pública – que onera sobremaneira o sistema de saúde, o sistema judicial, o sistema penal e outros equipamentos públicos.Ao aprovarem o PL 2.733, os nossos Deputados Federais irão contribuir para a prevenção dos danos à saúde e à vida, sobretudo poupando nossas crianças da deseducação que a propaganda de bebidas alcoólicas faz.Assim sendo, na qualidade de brasileiro responsável, me dirijo a Vs. Excla. para informar que estarei atento ao desenrolar da votação, esperando que seu voto seja a favor da aprovação da lei e a favor das crianças brasileiras.
Atenciosamente,
(Escreva seu nome)
A seguir, os e-mails das lideranças dos Partidos Políticos na Câmara:
terça-feira, 18 de março de 2008
Pesquisa mostra que 15% das babás têm ficha criminal
Pesquisa feita por uma empresa responsável pela contratação de babás revelou que 28% delas mentiram sobre as referências no momento da contratação e 15% tinham antecedentes criminais. Foram analisadas 6 mil fichas em quatro anos e o maior índice de informações inventadas foi verificado no Rio, em São Paulo e em Brasília. Já entre as mulheres que tinham anotações criminais, a maioria era por agressão."Nós fizemos o levantamento ao informatizar nosso sistema. Vimos que a quantidade de fichas invalidadas por informações falsas ou por antecedentes criminais era muito grande. Isso é um alerta para que os pais redobrem a atenção ao escolher as babás de seus filhos", afirmou Roberta Rizzo, diretora nacional da Rede Kanguruh, presente em 14 Estados e no Distrito Federal.
As informações falsas foram descobertas no serviço de checagem da rede. As candidatas forneceram referências pessoais forjadas, inventaram antigos empregos e forneceram telefones de parentes, como se fossem de antigos patrões.
Roberta sugere que os pais nunca aceitem telefones celulares como meio de contato para checar uma referência e sempre desconfiem quando só ouvirem elogios. "Geralmente quem só faz elogios é um amigo ou parente", diz Roberta. Ela também aconselha os pais a não aceitarem atestado federal de bons antecedentes, ao entrevistarem candidatas a babás. "Esse atestado só informa que ela não deve ao Fisco, mas não garante a idoneidade da pessoa. É preciso o atestado de antecedente criminal", afirma.
"É claro que não temos como saber se uma pessoa teve culpa ou não no caso de agressão. Mas, na dúvida, não podemos indicá-la", disse Roberta, que encaminhou à Câmara dos Deputados proposta de projeto de lei que regulamenta a profissão de babá, hoje inserida na categoria de empregadas domésticas, e defende a criação de um Cadastro Único de Babás. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. (Fonte: YahooNotícias)
Cartório 24 horas
UTILIDADE PÚBLICA :
Quem quiser tirar uma cópia da certidão de nascimento, ou de casamento, não precisa mais ir até um cartório, pegar senha e esperar um tempão na fila. O cartório eletrônico, já está no ar! Nele você resolve essas (e outras) burocracias, 24 horas por dia, on-line. Cópias de certidões de óbitos, imóveis, e protestos também podem ser solicitados pela internet. Para pagar é preciso imprimir um boleto bancário. Depois, o documento chega por Sedex.
segunda-feira, 17 de dezembro de 2007
quinta-feira, 13 de dezembro de 2007
Após derrota, um novo projeto pode ressuscitar a CPMF
O Palácio do Planalto conseguiu arrancar da oposição o compromisso de negociar, ano que vem, a proposta, formalizada apenas à noite, de investir na saúde todo o dinheiro de um novo projeto de ressurreição da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF). Na mesma sessão, os senadores aprovaram a prorrogação da Desvinculação de Receitas da União (DRU), mecanismo que permite ao governo dispor livremente de 20% das receitas do Orçamento. (A DRU foi mantida por 60 votos contra 18).Antes da votação, o líder do governo do Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), subiu à tribuna e leu duas cartas de compromisso do governo, uma delas assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Foi o mais claro sinal de desespero do Planalto. Jucá ainda solicitou que a votação fosse adiada, então, de ontem para hoje. Não adiantou. Tão logo o líder governista terminou seu discurso, o líder do DEM, José Agripino Maia (RN), e o do PSDB, Arthur Virgílio (AM), recusaram-se a adiar a apreciação da prorrogação da CPMF.
Vários senadores - mais de 40 - se inscreveram para falar. Foram diferentes argumentos favoráveis e contrários à manutenção do imposto do cheque. Os senadores da base optaram pelo "discurso do medo". Durante toda a sessão, os governadores do PSDB - principalmente os de São Paulo, José Serra, e de Minas Gerais, Aécio Neves - monitoraram os senadores do partido e tentaram convencê-los a mudar de idéia e votar a favor da prorrogação da CPMF. Não adiantou.Em ordem alfabética, confira os votos dos senadores na sessão de ontem, que derrubou a CPMF: NÃO, votou contra a CPMF e SIM, a favor da CPMF.
Adelmir Santana (DEM-DF) = NÃO
Almeida Lima (PMDB-SE) = SIM
Aloizio Mercadante (PT-SP) = SIM
Alvaro Dias (PSDB-PR) = NÃO
Antonio Carlos Júnior (DEM-BA) = NÃO
Antônio Carlos Valadares (PSB-SE) =SIM
Arthur Virgílio (PSDB-AM) = NÃO
Augusto Botelho (PT-RR) = SIM
César Borges (PR-BA) = NÃO
Cícero Lucena (PSDB-PB) = NÃO
Cristovam Buarque (PDT-DF) = SI
Delcídio Amaral (PT-MS) = SIM
Demóstenes Torres (DEM-GO) = NÃO
Edison Lobão (PMDB-MA) = SIM
Eduardo Azeredo (PSDB-MG) = NÃO
Eduardo Suplicy (PT-SP) = SIM
Efraim Morais (DEM-PB) = NÃO
Eliseu Resende (DEM-MG) = NÃO
Epitácio Cafeteira (PTB-MA) = SIM
Euclydes Mello (PRB-AL) = SIM
Expedito Júnior (PR-RO) = NÃO
Fátima Cleide (PT-RO) = SIM
Flávio Arns (PT-PR) = SIM
Flexa Ribeiro (PSDB-PA) = NÃO
Francisco Dornelles (PP-RJ) = SIM
Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN) = NÃO VOTA
Geraldo Mesquita Júnior (PMDB-AC) = NÃO
Gerson Camata (PMDB-ES) = SIM
Gilvam Borges (PMDB-AP) = SIM
Gim Argello (PTB-DF) = SIM
Heráclito Fortes (DEM-PI) = NÃO
Ideli Salvatti (PT-SC) = SIM
Inácio Arruda (PCdoB-CE) = SIM
Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE) = NÃO
Jayme Campos (DEM-MT) = NÃO
Jefferson Peres (PDT-AM) = SIM
João Durval (PDT-BA) = SIM
João Pedro (PT-AM) = SIM
João Ribeiro (PR-TO) = SIM
João Tenório (PSDB-AL) = NÃO
João Vicente Claudino (PTB-PI) = SIM
Jonas Pinheiro (DEM-MT) = NÃO
José Agripino (DEM-RN) = NÃO
José Maranhão (PMDB-PB) = SIM
José Nery (PSOL-PA) = NÃO
José Sarney (PMDB-AP) = SIM
Kátia Abreu (DEM-TO) = NÃO
Leomar Quintanilha (PMDB-TO) = SIM
Lúcia Vânia (PSDB-GO) = NÃO
Magno Malta (PR-ES) = SIM
Mão Santa (PMDB-PI) = NÃO
Marcelo Crivella (PRB-RJ) = SIM
Marco Maciel (DEM-PE) = NÃO
Marconi Perillo (PSDB-GO) = NÃO
Maria do Carmo Alves (DEM-SE) = NÃO
Mário Couto (PSDB-PA) = NÃO
Marisa Serrano (PSDB-MS) = NÃO
Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR) = AUSENTE
Neuto De Conto (PMDB-SC) = SIM
Osmar Dias (PDT-PR) = SIM
Papaléo Paes (PSDB-AP) = NÃO
Patrícia Saboya (PDT-CE) = SIM
Paulo Duque (PMDB-RJ) = SIM
Paulo Paim (PT-RS) = SIM
Pedro Simon (PMDB-RS) = SIM
Raimundo Colombo (DEM-SC) = NÃO
Renan Calheiros (PMDB-AL) = SIM
Renato Casagrande (PSB-ES) = SIM
Romero Jucá (PMDB-RR) = SIM
Romeu Tuma (PTB-SP) = NÃO
Rosalba Ciarlini (DEM-RN) = NÃO
Roseana Sarney (PMDB-MA) = SIM
Sérgio Guerra (PSDB-PE) = NÃO
Sérgio Zambiasi (PTB-RS) = SIM
Serys Slhessarenko (PT-MT) = SIM
Sibá Machado (PT-AC) = SIM
Tasso Jereissati (PSDB-CE) = NÃO
Tião Viana (PT-AC) = SIM
Valdir Raupp (PMDB-RO) = SIM
Valter Pereira (PMDB-MS) = SIM
Wellington Salgado de Oliveira (PMDB-MG) = SIM
sexta-feira, 30 de novembro de 2007
Direito de ir e vir
O DIREITO DE IR E VIR BARRADO PELOS PEDÁGIOS
Entre os diversos trabalhos apresentados, um deles causou polêmica entre os participantes. "A Inconstitucionalidade dos Pedágios", desenvolvido pela aluna do 9º semestre de Direito da Universidade Católica de Pelotas (UCPel) Márcia dos Santos Silva chocou, impressionou e orientou os presentes.
A jovem de 22 anos apresentou o "Direito fundamental de ir e vir" nas estradas do Brasil. Ela, que mora em Pelotas, conta que, para vir a Rio Grande apresentar seu trabalho no congresso, não pagou pedágio e, na volta, faria o mesmo. Causando surpresa nos participantes, ela fundamentou seus atos durante a apresentação.
Márcia explica que na Constituição Federal de 1988, Título II, dos "Direitos e Garantias Fundamentais", o artigo 5 diz o seguinte: "Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade" . E no inciso XV do artigo: "é livre a locomoção no território nacional em tempo de paz, podendo qualquer pessoa, nos termos da lei, nele entrar, permanecer ou dele sair com seus bens". A jovem acrescenta que "o direito de ir e vir é cláusula pétrea na Constituição Federal, o que significa dizer que não é possível violar esse direito. E ainda que todo o brasileiro tem livre acesso em todo o território nacional. O que também quer dizer que o pedágio vai contra a constituição".
Segundo Márcia, as estradas não são vendáveis. E o que acontece é que concessionárias de pedágios realizam contratos com o governo Estadual de investir no melhoramento dessas rodovias e cobram o pedágio para ressarcir os gastos. No entanto, no valor da gasolina é incluído o imposto de Contribuição de Intervenção de Domínio Econômico (Cide), e parte dele é destinado às estradas. "No momento que abasteço meu carro, estou pagando o pedágio. Não é necessário eu pagar novamente. Só quero exercer meu direito, a estrada é um bem público e não é justo eu pagar por um bem que já é meu também", enfatiza.
A estudante explicou maneiras e mostrou um vídeo que ensinava a passar nos pedágio sem precisar pagar. "Ou você pode passar atrás de algum carro que tenha parado. Ou ainda passa direto. A cancela, que barra os carros é de plástico, não quebra, e quando o carro passa por ali ela abre. Não tem perigo algum e não arranha o carro", conta ela, que diz fazer isso sempre que viaja.
Após a apresentação, questionamentos não faltaram. Quem assistia ficava curioso em saber se o ato não estaria infringindo alguma lei, se poderia gerar multa, ou ainda se quem fizesse isso não estaria destruindo o patrimônio alheio. As respostas foram claras. Segundo Márcia, juridicamente não há lei que permita a utilização de pedágios em estradas brasileiras. Quanto a ser um patrimônio alheio, o fato, explica ela, é que o pedágio e a cancela estão no meio do caminho onde os carros precisam passar e, até então, ela nunca viu cancelas ou pedágios ficarem danificados.
Márcia também conta que uma vez foi parada pela Polícia Rodoviária, e um guarda disse que iria acompanhá-la para pagar o pedágio. "Eu perguntei ao policial se ele prestava algum serviço para a concessionária ou ao Estado. Afinal, um policial rodoviário trabalha para o Estado ou para o governo Federal e deve cuidar da segurança nas estradas. Já a empresa de pedágios, é privada, ou seja, não tem nada a ver uma coisa com a outra", acrescenta. Ela defende ainda que os preços são iguais para pessoas de baixa renda, que possuem carros menores, e para quem tem um poder aquisitivo maior e automóveis melhores, alegando que muita gente não possui condições para gastar tanto com pedágios. Ela garante também que o Estado está negando um direito da sociedade. "Não há o que defender ou explicar. A constituição é clara quando diz que todos nós temos o direito de ir e vir em todas as estradas do território nacional", conclui.
A estudante apresenta o trabalho de conclusão de curso em novembro de 2007 e forma-se em agosto de 2008. Ela não sabe ainda que área do Direito pretende seguir, mas garante que vai continuar trabalhando e defendendo a causa dos anti-pedágios.
FONTE: JORNAL AGORA
quarta-feira, 21 de novembro de 2007
terça-feira, 20 de novembro de 2007
Consciência Negra
Realidade: o cenário no mercado de trabalho paulistano mostra que as oportunidades ainda continuam restritas a essa parcela da população, ainda que tenha se observado avanços. Apesar de mostrar índices de ocupação relevantes em todos os setores, os negros (pretos e pardos) só superam os não-negros (brancos e amarelos) no segmento de serviços domésticos, com 54,9%, ante 45,1% entre os não-negros. É o que constatou a Fundação Seade, por meio da Pesquisa de Emprego e Desemprego, divulgada hoje. A pesquisa foca a Região Metropolitana de São Paulo e compreende a média dos últimos doze meses - de outubro de 2006 a setembro deste ano.Nos demais ramos de atividade, os negros têm composição menor, como na indústria (34,8%, ante 65,2% de não-negros), no comércio (33,8%, frente a 66,2%) e em serviços (31,6%, ante 68,4%). Em construção civil, onde as condições de serviço são mais precárias, segundo frisa a Seade, os negros quase superam os não-negros: 49,4%, ante 50,6%.A pesquisa aponta que os negros correspondem a 35,8% da população em idade ativa (PIA) e a 36,2% na composição da população economicamente ativa (PEA), enquanto os não-negros têm participação de 64,2% e 63,8%, respectivamente. Em relação ao desemprego, o levantamento mostra que no período avaliado a chance de um negro estar desempregado era maior que a de um não-negro. A taxa de desemprego total observada entre os negros foi de 18,1%, ante 13,2% entre não-negros.O acesso aos empregos assalariados ainda se mostrava mais limitado aos negros do que aos não-negros, principalmente no setor público. Como aponta a Seade, o ingresso no setor público é realizado por meio de concursos e que a baixa representação dos negros está aliada às dificuldades históricas de acesso educacional.As diferenças ainda podem ser verificadas na posição de empregadores, onde os não-negros predominam. Enquanto 4,6% dos negros ocupam cargos de direção e planejamento, este porcentual salta para 18,3% quando se trata de não-negros. Esta condição está, mais uma vez, também mais atrelada à falta de formação escolar, onde os requisitos são mais exigentes. Mas neste caso o comportamento discriminatório pode estar mais presente.Quanto à remuneração salarial, os negros apresentam renda média R$ 752, contra R$ 1.346 dos não-negros. O levantamento da Seade conclui: "Essas informações não permitem grandes inferências sobre o que ocorre com a população negra no mundo do trabalho. No entanto, lançam algumas pistas importantes que podem ser perseguidas por meio de análises mais aprofundadas". A um dia da Consciência Negra, o cenário, apesar de estar melhor do que nas décadas passadas, como lembra a Seade, mostra que a desigualdade persiste. Aborto
A resolução da Conferência Nacional de Saúde proibindo a discussão sobre aborto no País será desconsiderada pelo Ministério da Saúde. “A conferência não é deliberativa”, observou o ministro da Saúde, José Gomes Temporão. Desde que assumiu o cargo, Temporão passou a dar destaque ao tema e defendeu um plebiscito para decidir sobre a descriminação da interrupção da gravidez.Para feministas, a resolução reflete a intransigência de setores religiosos. “É fundamentalismo. Não aceitar nem mesmo a discussão sobre o tema mostra a intolerância de parte de alguns grupos”, observou Dulce Xavier, do grupo Católicas pelo Direito de Decidir. Integrantes de movimentos feministas são unânimes em reconhecer o empenho de setores religiosos para não deixar passar na conferência nada relacionado à interrupção da gravidez. (Por: Lígia Formenti - O Estado de S. Paulo)
Dia da Consciência Negra - 20 de novembro
resistência negra escravidão, assassinado em 20 de novembro de 1695. Entre os municípios que adotaram a data como feriado estão União dos Palmares (AL), Manaus (AM), Flores de Goiás (GO), Itapecerica (MG), Cuiabá (MT), Marabá (PA), Dona Inês (PB), Macaparana (PE), Rio de
Janeiro (RJ), Vilhena (RO), Pacatuba (SE) e São Paulo (SP). Neste ano, outros 42 municípios aderiram ao feriado. Em 2006, segundo a secretaria, a adesão era de 225 municípios.
sexta-feira, 9 de novembro de 2007
Licença Maternidade
A CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira a admissibilidade da Proposta de Emenda da Constituição 30/2007, que aumenta a licença-maternidade de 120 para 180 dias (de quatro para seis meses). A autora da proposta, deputada Ângela Portela (PT-RR), disse que o aumento do prazo é importante até para conciliar o tempo de licença da mãe com o período recomendado para o aleitamento materno, que é de seis meses. Com a aprovação da admissibilidade, será necessário que o presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP), crie comissão especial para, em até 40 sessões, analisar o mérito da proposta. Depois disso, a matéria seguirá para votação em dois turnos no Plenário da Casa. Para ser aprovada, são necessários pelo menos 308 votos favoráveis. Depois de aprovada na Câmara, a PEC será encaminhada para apreciação do Senado Federal. Proposta - Na justificativa da proposta, Ângela Portela afirma que o “prazo de 120 dias deve ser ampliado em mais 60 dias, perfazendo um total de 180 dias, tempo necessário e suficiente para cuidar de forma eficaz e eficiente do novo ser nascido e para que a mãe trabalhadora se recupere plenamente”. O presidente da CCJ, Leonardo Picciani (PMDB-RJ), que é favorável à proposta, disse que o aumento do período da licença-maternidade “valoriza a mulher e dá mais tempo para ela ficar e cuidar do filho recém-nascido”. Recentemente, o Senado aprovou proposta no mesmo sentido, com a diferença de que as empresas podem aderir voluntariamente. (Fonte: Diário do Grande ABC)
quinta-feira, 8 de novembro de 2007
Igualdade entre sexos no Brasil
"O Brasil mostrou melhora em indicadores de participação econômica, renda estimada e igualdade salarial para trabalhos semelhantes. No entanto, o país continua apresentando uma performance relativamente ruim na educação e na representação política", diz o relatório. Embora o país tenha caído na classificação, a pontuação brasileira subiu 0,0094 pontos, chegando ao total de 0,6637. Segundo os critérios do Fórum, quanto mais próximo de 1, melhor é a qualidade de vida de homens e mulheres em uma nação.
Os campeões em igualdade entre os sexos são a Suécia, Noruega, Finlândia e Islândia, países que ocupam, respectivamente, os quatro primeiros lugares do ranking. A nação latino-americana mais bem classificada é Cuba; que participou da contagem pela primeira vez, ocupando o 22º lugar. Os Estados Unidos perderam quatro posições, e passaram a ocupar o 31º posto na lista.
O estudo faz parte do Relatório Global de Desigualdade entre Gêneros, em que são analisadas diferenças entre homens e mulheres em quatro áreas: participação econômica e oportunidade, o que inclui, por exemplo, diferenças entre salários; realização educacional; poder político e saúde e sobrevivência, área que analisa e compara a expectativa de vida relativa entre os gêneros. (Fonte: Veja.com)
quarta-feira, 7 de novembro de 2007
Previna-se
quarta-feira, 31 de outubro de 2007
Mulher
Entidades de defesa dos direitos da Mulher:
Links relacionados:
» CLADEM - Comitê da América Latina e Caribe para os Direitos da Mulher
» Rede Mulher de Educação
» REDOR- Rede Feminista Norte e Nordeste de Estudos e Pesquisas sobre a Mulher e Relações de Gênero
» Sempreviva Organização Feminista
» The Feminist Majority
» UNIFEM - Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para as Mulheres
» Violência contra Mulheres e as Ações Municipais das Mercocidades Brasileiras
Conselho Nacional dos Direitos da Mulher
Ministério da Justiça, Edifício Sede, Esplanada dos Ministérios, Bloco T, sala 308
Cep: 70064-901, Brasília - DF Fone: (61) 429-3150
GELEDÉS - Instituto da Mulher Negra Rua Santa Izabel, nº 137, 4º andar, Vila Buarque, Cep: 01221-010, São Paulo - SP Tel: (11) 3333-3444 / 3331-1592 http://www.geledes.com.br
Serviço à Mulher Marginalizada - SMM
R. Samuel Brenner, 13 - Bom Retiro - CEP: 01122-040, São Paulo - SP
Tel: (11) 3228 4955 / 3228 6097
quarta-feira, 24 de outubro de 2007
Conta telefônica
Decisão foi relativa a um caso isolado.Porém, entendimento deve ser usado em centenas de casos à espera de decisão.
O caso:
A discussão teve início com a ação movida por uma consumidora do Rio Grande do Sul. A defesa dela contestou a cobrança da assinatura básica mensal e solicitou a devolução dos valores pagos à Brasil Telecom.
O pedido da consumidora foi rejeitado em primeira instância, mas a sentença foi modificada pelo TJ–RS, que aceitou recurso da usuária por entender que a exigência do pagamento seria abusiva. Além disso, o tribunal considerou que não haveria base legal para a cobrança.
A Brasil Telecom recorreu ao STJ. A empresa alegou que a tarifa mensal não é voltada apenas à cessão de linha ou do terminal telefônico, mas também à infra-estrutura fornecida.
A empresa ressaltou ainda que a cobrança da assinatura básica está autorizada pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). A devolução de valores, alegou a companhia, só seria possível se tivesse ocorrido erro no pagamento.
quinta-feira, 18 de outubro de 2007
Licança Maternidade é ampliada
POLÍTICA: Ampliação da licença maternidade é aprovada na CDH (Comissão de Direitos Humanos)
Pela proposta, a funcionária que gozar do benefício terá direito a sua remuneração integral, nos mesmos moldes devidos nos demais quatro meses pagos pelo Regime Geral da Previdência Social, desde que não exerça qualquer atividade remunerada e não mantenha o bebê em creche ou organismo similar durante o período de prorrogação da licença-maternidade.
No caso das servidoras públicas, a emenda prevê que "fica a Administração Pública, direta, indireta e fundacional, autorizada a instituir programa que garanta prorrogação da licença-maternidade para suas servidoras, nos termos do artigo 1º do projeto". O artigo citadoinstitui o Programa Empresa Cidadã, destinado a prorrogar por 60 dias a duração da licença-maternidade prevista no artigo 7º, XVIII, da Constituição.
Já no caso da iniciativa privada, o projeto institui o Programa Empresa Cidadã, que estimula os empresários a prorrogarem a licença-maternidade mediante concessão de incentivo fiscal. Assim, a pessoa jurídica que aderir ao programa terá o direito de deduzir integralmente do Imposto de Renda devido o valor correspondente à remuneração da empregada referente aos 60 dias que perdurar a prorrogação da licença. Da mesma forma, as empresas tributadas com base no lucro real poderão deduzir do impostoa ser pago, em cada período de apuração, o total da remuneração paga nos 60 dias de prorrogação da licença.
Pela proposta, a funcionária que gozar do benefício terá direito a sua remuneração integral, nos mesmos moldes devidos nos demais quatro meses pagos pelo Regime Geral da Previdência Social, desde que não exerça qualquer atividade remunerada e não mantenha o bebê em creche ou organismo similar durante o período de prorrogação da licença-maternidade.
Mais:
